As informações foram divulgadas pelo perfil oficial da Procuradoria Geral do Estado do país na rede social X — antigo Twitter.
"Um suspeito, ferido durante o tiroteio com os seguranças, foi detido e transferido, gravemente ferido", detalhou o órgão. "Uma ambulância do Corpo de Bombeiros confirmou a morte", acrescentou.
Villavicencio tinha 59 anos e foi atingindo por cerca de três tiros, na região da cabeça, quando estava saindo de um encontro político realizado na Capital do país, segundo a imprensa local. Outras nove pessoas ficaram feridas na ocasião, entre elas um candidato a deputado e dois policiais, segundo a Procuradoria Geral.
Ainda conforme o órgão, um veículo contendo uma mala com armas e granadas foi apreendido próximo a um prédio no bairro de Conocoto. As autoridades seguem realizando buscas para esclarecer o caso.
O partido Movimiento Construye, a qual Villavicencio era filiado, informou, em postagem no X, que homens armados atacaram a sede da legenda em Quito.
A vítima era uma dos oito candidatos no primeiro turno das eleições presidenciais, que ocorrerão antecipadamente em 20 de agosto no Equador
Nesta quinta-feira, o Equador declarou estado de exceção, visando garantir a realização das eleições, confirmadas para 20 de agosto. A medida tem validade e 60 dias e, na prática, colocará os militares das Forças Armadas nas ruas do País.
Em comunicado publicado nessa quarta-feira à noite, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil lamentou a morte de Villavicencio e pediu para que os responsáveis pelo crime sejam punidos. Fonte jornal diário do nordeste
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