Também na próxima quarta-feira (15), o TCU deve definir uma auditoria ampla e imediata para examinar a situação de todos os presentes dados ao presidente Jair Bolsonaro nos quatro anos de mandato – e não só essas joias enviadas pela Arábia Saudita.
Causou forte contrariedade no TCU a decisão cautelar do relator Augusto Nardes que tornou Bolsonaro "fiel depositário" das joias, impedindo o uso ou a venda dos presentes.
O debate vai esquentar na sessão de quarta, quando a decisão de Nardes terá que ser votada pelo plenário", disse ao blog um integrante da Corte.
Na decisão individual, Nardes também determinou que Bolsonaro e seu ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, sejam ouvidos nas investigações.
Considerando o elevado valor dos bens envolvidos e, ainda, a possível existência de bens que estejam na posse de Jair Bolsonaro, conforme noticiado pela imprensa, entendo importante, determinar que o responsável preserve intacto, na qualidade de fiel depositário, até ulterior deliberação desta Corte de Contas, abstendo-se de usar, dispor ou alienar qualquer peça oriunda do acervo de joias objeto do processo em exame", escreveu o ministro.
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