presidente do Conselho Penitenciário do Ceará (Copen), advogada Ruth Leite Vieira, ressalta que "o grande trabalho e a grande dificuldade do policial penal é exatamente impedir que as 'tocas' sejam confeccionadas e que os presos façam as armas artesanais, os 'cossocos'".
Nos últimos meses, o Sistema Penitenciário cearense registrou uma tentativa de fuga, pelo menos cinco fugas consumadas, brigas e até um motim.
Fontes que atuam nos presídios afirmaram à reportagem que houve um acirramento na briga entre as facções criminosas, no fim do ano passado, mas a Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização nega a informação e trata os episódios como casos isolados.
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