Marinha demite capitão que participou de ato terrorista

Vilmar José Fortuna, capitão-de-mar-e-guerra reformado, foi dispensado do cargo pela Marinha nesta terça-feira
Ele foi assessor do Ministério da Defesa desde 2013, segundo seu perfil no LinkedIn. Nesta terça-feira (10/1), ele foi dispensado.


Após a coluna mostrar a participação de Vilmar Fortuna na manifestação de domingo, o Ministério da Defesa havia informado que ele não integrava mais o órgão. A pasta depois se corrigiu e verificou que havia uma portaria da Marinha que dava a Vilmar uma função na Defesa.
capitão-de-mar-e-guerra estava designado a uma “Tarefa por Tempo Certo”, modalidade usada pelas Forças Armadas para contratar militares da reserva ou reformados como auxiliares no Executivo. É diferente de cargos comissionados comuns, também usados por militares.


Nesse tipo de cargo, a lotação é na Defesa, mas cabe à Marinha uma eventual dispensa da função, como aconteceu.

Como militar reformado lotado na Defesa, Vilmar José Fortuna recebeu um salário de R$ 35 mil por mês no ano passado, segundo o Portal da Transparência.

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