Foi na ONU, inclusive, que na última sexta-feira (25), o embaixador do Brasil na organização, Ronaldo Costa Silva, avaliou que o mundo “precisa se livrar da guerra e que a paz e a lei internacional precisam prevalecer”.
Já o embaixador brasileiro na OEA, Otávio Brandelli, afirmou que o Conselho de Segurança da ONU é quem “possui a responsabilidade primordial pela manutenção da paz e da segurança internacional”.Embora seja um dos 35 países membros da Organização dos Estados Americanos (OEA), o Brasil optou por não assinar um documento conjunto que condena a ofensiva violenta do exército russo à Ucrânia.
No texto, a OEA critica “veementemente a invasão ilegal e injustificada” da Ucrânia pela Federação Russa e “apela à retirada imediata da presença militar e à cessação de qualquer nova ação militar naquele país”.
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