Embora o nível de água dos reservatórios esteja em patamar considerado preocupante, a situação atual é um pouco melhor do que o cenário vivenciado no início do ano. Em janeiro, nenhum dos açudes monitorados apresentava reserva acima de 90%. A média de recarga, por sua vez, era de 24,6%, ligeiramente inferior à registrada nesta quarta-feira.
Maiores reservatórios
Dos três maiores açudes do Estado, o Banabuiú, segundo da lista, que integra bacia hidrográfica homônima, é o que apresenta situação mais crítica, com apenas 9,18% de nível hídrico. O reservatório tem capacidade para cerca de 217 mil m³.
Já o Castanhão, que suporta até 973 mil m³, acumula recarga de apenas 12,38%. O quadro é menos crítico no açude de Orós, onde 26,23% do volume hídrico (493 mil m³) está preenchido.
Há exatamente um ano, os níveis de ocupação hídrica do Castanhão e do Banabuiú eram 14,53% e 13,61%, respectivamente. Na contramão, o reservatório de Orós tinha volume inferior ao de agora (25,43%).
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